
Ricardo Magro: à esquerda em sua versão DJ Orgam (Magro ao contrário); à direita como empresário — Foto: Reprodução
O governo do estado do Rio de Janeiro segue em sua ofensiva contra empresas do Grupo Fit,de Ricardo Magro,um dos maiores sonegadores de ICMS do Brasil ou "o maior devedor de dinheiro público do país",na definição de Lula.
Agora,a Secretaria de Fazenda determinou o impedimento de seis distribuidoras ligadas ao grupo de Magro. São elas: Rodopetro Distribuidora de Petróleo (e duas filiais),76Oil,Flagler,Direcional,Manguinhos Distribuidora e Carinthia. Com a decisão,essas empresas ficam impedidas de emitir notas de compra e venda de produtos.
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No período entre novembro de 2025 e abril deste ano,Flagler (21,7%) e 76 Oil (0,15%) ajudaram o Grupo Fit a liderar o mercado de etanol no estado do Rio com 22%.
Na primeira fase da Operação Carbono Oculto,deflagrada no final de agosto de 2025,a Rodopetro foi acusada de fornecer combustíveis para o crime organizado em substituição à Copape Produtos de Petróleo e Aster Distribuidora de Petróleo,ligadas a Mohamed Mourad e Roberto Augusto Silva,o Beto Louco.
Em meio à crise da Carbono Oculto,Ricardo Magro recorreu à justiça fluminense e conseguiu um feito: protocolou um pedido de Recuperação Judicial para a Rodopetro em 10 de setembro de 2025 e teve o pedido acolhido já no dia seguinte.
Somadas,todas as empresas do Grupo Fit devem R$ 21,4 bilhões ao fisco fluminense.
Há duas semanas,o governador em exercício Ricardo Couto anunciou sua intenção de desapropriar o terreno onde está instalada a Refit (antiga Manguinos),refinaria que é a joia da coroa dos negócios de Magro. Na sexta-feira passada,a Secretaria de Fazenda cassou a inscrição estadual da refinaria.
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